quarta-feira, 10 de agosto de 2011

English Muffins


English muffins

Ingredientes:

1 xícara de leite vegetal( usei o de soja)
3 colheres (sopa) de óleo vegetal
1 colher (café) de vinagre de maçã
1/2 colher (chá) de sal
2 colheres (chá) de açúcar demerara
3 1/2 xícaras de farinha de trigo
1 1/2 colheres (chá) de fermento biológico seco
fubá

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes na MFP na ordem acima (exceto o fubá). Liguei no ciclo Massa.
Quando o ciclo terminar polvilhe uma superfície com fubá.
Usando um rolo abrir a massa formando um retângulo de pouco mais de 1 cm de espessura. A massa deve ficar macia, mas não grudenta.
Virei à massa para que ambos os lados fiquem levemente cobertos de fubá.
Usando a borda de um copo ou xícara  corte aproximadamente 20 círculos.
Coloque os círculos em uma assadeira, cobri e deixei crescer por 10 ou 20 minutos, sem chegar a dobrar de volume.
Aquecer uma frigideira de teflon em fogo baixo (untar levemente).
Asse os muffins por cerca de 5 minutos de cada lado.
Eles devem estar bem dourados quando você os virar. (parecendo quase queimados).

Historia:

“Diz à história que o ‘English Muffin” surgiu na Inglaterra na era Vitoriana consumido pelos serviçais. Era inicialmente feito com sobras de massas de pão, grelhadas na chapa, o que faziam os muffins ficarem leves e crocantes. Quando as classes mais abastadas descobriram como era bom comê-los foram valorizados e consumidos por todos. Surgiram fábricas por toda a Inglaterra e podia se vistos os “muffins men” vendendo seus muffins carregando em seus ombros bandejas de madeira. Isso perdurou até o começo do século passado
A palavra “muffin” é originária do francês “mouffet” que significa macio quando se refere a pão. Não se deve confundir o “Englisn Muffin” com o “Muffin” americano que é um bolinho ou “cupcake”.

Fonte: http://cheirodepao.blogspot.com.br

Chá de Maracujá com Gengibre


Chá de maracujá com gengibre

Ingredientes:

4 pedaços de gengibre (rodelas)
1 canela em casca
1 maracujá       
2 litros de água
3 colheres (sopa) de açúcar demerara
5 cravos da índia

Modo de preparo:

Em uma panela coloque o açúcar para caramelizar, depois deixe esfriar, em seguida coloque a água e os demais ingredientes. Após ferver desligue e tampe por 10 minutos, coe e adoce de acordo com sua preferência.

Nesse frio que esta fazendo em São Paulo, esse chá e uma ótima idéia para esquentar. Super saboroso, o cheirinho hummm... Se desejar pode substituir o maracujá por umas 3 rodelas de limão ou laranja com abacaxi (use 2 rodelas) também fica maravilhoso.

Bolinho de Okara de soja


Bolinho de okara de soja

Ingredientes:

1 xícara (chá) de okara* de soja 
3 xícara (chá) de batatas cozidas e espremidas
10 colheres (sopa) de farinha de trigo
Sal e pimenta do reino a gosto
1 colher(café) de vinagre de maçã
3 colheres (sopa) de cheiro verde picado
Óleo para fritar


Modo de preparo

Em uma tigela, misture bem todos os ingredientes.
Com o auxilio de duas colheres de sopa, pegue porções de massa passe de uma colher para outra moldando os bolinhos e frite em óleo quente até dourar e escorra em papel absorvente.

*Okara é o resíduo que fica do processo de confecção de leite de soja, ou de outros leites vegetais.


Ficou maravilhoso sensacional, não sobrou nenhum.
É muitos pedidos de mãe faz mais rsrsrs.

Bolo de Cenoura Frapê


Bolo de Cenoura Frapê

Ingredientes:
1 colher (café) de vinagre de maçã ou arroz
1 xícara (chá) de leite vegetal (usei de soja)
3 cenouras medias picadas
1 xícaras (chá) de açúcar demerara
4 colheres (sopa) de óleo
3 ½  xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
2 colheres (sopa) de chocolate em pó (não usar achocolatado fica muito claro)

Modo de preparo:

Coloque o leite e as cenouras no copo do liquidificador e bater até ficar cremoso, reserve.
Na batedeira coloque o açúcar, o vinagre e óleo bater até que fique com a consistência fofa, em seguida acrescente a farinha de trigo e a cenoura batida, bater novamente, depois coloque o fermento misturando bem com auxilio de uma colher.(Não gosto de bater o fermento na batedeira sempre misturo  com auxilio de  uma colher, pois quanto mais bater o fermento menor e a reação química dele). Coloque a metade dessa massa em uma forma untada e enfarinhada (usei forma redonda com furo no meio de tamanho grande), no restante da massa acrescente o chocolate em pó e misture bem em seguida despeje por cima da massa que já está na forma, leve ao forno preaquecido por + ou – uns 40 minutos ou até ficar dourado. Depois de pronto espere esfriar desenforme e cubra com calda de chocolate. Decorei o meu bolo com chocolate granulado.


Calda de chocolate

Ingredientes:

2 colheres (de sopa) de açúcar demerara
1 colher (sopa)de margarina vegetal
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
½ colher (sopa) de amido de milho
1 xícara (chá) de leite vegetal (usei de coco)
2 colheres(sopa) de creme (leite) de soja (usei da Soymilke)

Modo de preparo:

Em uma panela coloque todos os ingredientes, misture bem e leve ao fogo até ficar com consistência de um mingau, depois de pronto coloque as 2 colheres(sopa) de creme (leite) de soja..

Ficou uma delicia bem fofinho, aqui todos aprovaram. O meu filho mais novo William adora bolo de cenoura e esse ele simplesmente amou.

Massa para Pizza na MFP


Massa para pizza na MFP (ciclo massa)

Ingredientes para 900gr
Usei na MFP
1 1/3   copo de água filtrada
1  colher (chá) de sal
3 colheres (sopa) de óleo vegetal
4 copos de farinha de trigo
2 ½ colheres(chá) de fermento biológico seco instantâneo

Modo de preparo:

Retire a forma de assar de dentro da MFP
Adicione todos os ingredientes na ordem acima
Recoloque a forma de assar na MFP
Escolha o ciclo opção 8 (massa)
Feche a tampa e pressione o botão iniciar/parar
Quando a massa estiver pronta, retire e sove um pouco para retirar as bolhas de ar, divida a massa em duas abra com auxilio de um rolo, coloque nas formas de pizza já untadas e enfarinhadas. Leve ao forno preaquecido por 10 minutos, retire espalhe molho de tomate  use o recheio de sua preferência. Volte ao forno por 20 minutos.
Usei como recheio para uma das pizzas vegarella*, 3 tomate em rodelas e orégano a gosto.

Receita de vegarella:
Ingredientes
500 g tofu firme
1/2 xícara de azeite
1 colher (sopa) de sal
1/4 de xícara de suco de limão
1/2 xícara de polvilho azedo
1 pitada de cúrcuma (açafrão-da-terra)
Leite vegetal (opcional)
Modo de preparo:
Bata no liquidificador o tofu e o azeite de oliva. Adicione o sal, o suco de limão, o polvilho azedo e a cúrcuma. Leve ao fogo dando ponto de catupiry com o leite vegetal (opcional)
Ficou maravilhosa, aqui todos adoraram essa receita.
O maridão ajudou a colocar o recheio, foi um momento bem divertido em família.



História da Pizza

A história da pizza começou há 6 mil anos com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na península da Etrúria, na Itália.
Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e a água para assar em fornos rústicos a mais de 5000 anos.
A massa era chamada de "Pão de Abraão", muito parecida com os pães árabes atuais e recebia o nome de "piscea". Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão, os turcos muçulmanos adotavam este costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas esta prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles sendo em seguida incrementada dando origem a Pizza que conhecemos hoje. No início de sua existência somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram ingredientes típicos da pizza, comuns no dia-a-dia da região. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis.
Porém, ainda nesta época a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, sendo na época dobrada ao meio, devorada como se fosse um sanduíche.
A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando próximo do início do primeiro milênio surge o termo "picea", na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. "Picea" indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava "matar a fome" principalmente da parte mais pobre da população. Normalmente a massa de pão recebia como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo. A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a PORT’ALBA, ponto de encontro de artistas famosos da época, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou variações de pizzas em suas obras

A pizza começou a ganhar importância quando chegou à nobreza. 
A história diz que em 1889, o dono de uma taverna, Raffaele Sposito, deveria oferecer um prato para a rainha MARGUERITA DE ITÁLIA. A primeira pizza então foi feita para ser servida à rainha e foi enfeitada com as cores da bandeira italiana: 
Queijo (branco), Manjericão (verde) e Tomate (vermelho). 
Ele fez, então, uma pizza. A Rainha gostou tanto do prato que o convidou para assar mais algumas pizzas para ela em seu palácio. As pizzas podem ter uma centena de coberturas. No século XVIII, os vendedores de rua de Nápoles vendiam pizzas. A primeira pizzaria do mundo, PORT´ALBA, foi aberta em 1830. As pizzas eram assadas em fornos que se utilizavam de lava do vulcão VESÚVIO. Alguns estabelecimentos das ruínas da cidade de Pompéia ainda demonstram sinais das antigas pizzarias. 
Não demorou muito para que a pizza ganhasse o mundo, chegando aos Estados Unidos com os imigrantes italianos na segunda metade do século XIX. Apesar dos imigrantes serem pobres a pizza os ajudou alguns deles a fazer fortuna. A primeira pizzaria na America foi aberta em 1905, por GENARO LOMBARDI, em Nova York.
Após sua exportação, dois países do outro lado do mundo passaram a ser seus maiores degustadores, Estados Unidos e Brasil, principalmente nas suas principais capitais econômico-culturais, Nova York (EUA) e São Paulo (Brasil).
Chegou ao Brasil da mesma forma, através dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 50, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se logo em seguida, parte da cultura deste país, quando, desde 1985 comemora-se o dia da pizza no dia 10 de julho.

 Fontes: Portal São Francisco.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Pãozinho Doce


Pãozinho doce

Ingredientes:

300 ml de leite vegetal (usei de coco) morno
6 colheres (sopa) de açúcar demerara
1/2 colheres (sopa) de sal
4 colheres (sopa) de óleo
5 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 sachet de fermento biológico seco

Modo de preparo:

Em uma vasilha junte todos os ingredientes e sove bem, se precisar utilize mais farinha para sovar a massa (tem que ficar lisa e sem grudar nas mãos), em seguida deixe descansar por 1 hora coberto com um pano de prato. Sove novamente, apenas para tirar o ar, modele os pãezinhos em formato de bolinhas (tamanho de bola de ping-pong, fiz 18 bolinhas), deixe descansar novamente por 1 hora e meia a 2 h (tenha paciência o resultado é maravilhoso)
Asse por aproximadamente 30 minutos ou até dourar (forno 180º preaquecido). Ainda quente pincele por cima leite condensado de soja da Soymilke.
 
Ficou uma delicia super macio humm,  se quiser pode depois de pincelar o leite condensado de soja polvilhar coco ralado, chocolate granulado ou canela em pó. 

Curau de Milho


Curau de milho

Ingredientes:

6 espigas de milho verde
1 ½ xícara (chá) de leite vegetal (usei de coco)
8 colheres (sopa) de açúcar demerara
1 lata de leite condensado de soja Soymilke
1 colher de margarina vegetal
1 pitada de sal
 Canela em pó para polvilhar

Modo de Preparo
Retire os grãos do milho com auxilio de uma faca, coloque no copo doliquidificador com o leite de coco e bater, em seguida peneire o liquido em uma panela e misture os demais ingredientes menos a canela em pó. Leve ao fogo até engrossar mexendo sempre. Transfira para uma travessa ou tacinhas e polvilhe a canela em pó por cima.

Ficou sensacional humm... sem comentários.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Pão de Liquidificador


PÃO DE LIQUIDIFICADOR

Ingredientes: 

2 tabletes de fermento fresco para pão (usei um envelope de fermento seco)
½ xícara de açúcar demerara
2 ½ xícaras de leite vegetal (usei de soja) em temperatura ambiente ou se preferir pode usar água morna
1 colher (café) de vinagre de maçã
½ xícara de óleo( usei de girassol) 
½ colher de sopa de sal 
500g de farinha de trigo (usei 5 xícaras chá) 
4 colheres(sopa) de fibra(também conhecido como farelo) de trigo

Modo de preparar:

Bater todos os ingredientes no liquidificador (menos a farinha  e a fibra de trigo) bater bem. Coloque em um recipiente a farinha e a fibra de trigo em seguida o conteúdo do liquidificador, misture bem com auxilio de uma colher. Coloque em assadeira untada e enfarinhada (usei uma para pão de forma e outra para bolo inglês) e deixe crescer até dobrar de volume. Asse em forno bem baixinho até dourar (entre 150° e 180º)

A massa fica mole não se preocupe, depois de assado fica uma delicia, Essa é uma receita pratica e rápida de fazer adorei o resultado.

Bolo de Tapioca


Bolo de tapioca

Ingredientes:

4 colheres(sopa) de margarina vegetal
1 ½ xícara(chá) de açúcar demerara
1 colher (café) de vinagre de maçã ou de arroz
1 xícara(chá) de farinha de tapioca
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 pacotinho de coco ralado de 50g
1 xícara(chá) de leite vegetal (usei de coco)
1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de preparo:

Bater a margarina com o açúcar até esbranquiçar, em seguida acrescente o vinagre e misture bem. Depois coloque a farinha de trigo, a de tapioca e o leite de coco e continue batendo até ficar uma massa fofa, por último adicione o fermento em pó .Coloque em forma untada e enfarinhada, asse em forno pré-aquecido até dourar + ou – 45 minutos.

Esse bolo ficou divino, o cheirinho dele é ótimo sem falar no sabor hummm. Minha mãe com certeza se estivesse entre nós iria adorar esse bolo.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Pudim de Leite Condensado de soja

Pudim de leite condensado de soja 

Ingredientes:

2 lata de leite condensado de soja da Soymilke
2 xícaras (chá) de leite vegetal (usei de soja) 
3 colheres (sopa) de massa para tapioca
4 colheres (sopa) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de açúcar demerara

Modo de preparo:

Bater todos os ingredientes no liquidificador, em seguida coloque em uma forma caramelada (usei uma de tamanho médio) cubra a forma com papel alumínio formando uma tampa (eu tenho uma tampa de panela que cabe certinho na forma então a utilizo, tome cuidado se for usar uma tampa, pois ela esquenta muito, quando for retirar após 1 hora de forno utilize uma luva térmica ou um pano bem enrolado). Leve ao forno e asse em banho Maria por 1h e 45 minutos, na primeira hora asse coberta, depois os 45 minutos restante deixe dourar. Espere esfriar por completo e desenforme (costumo deixar de um dia para o outro, quando esfria levo a geladeira, para desenforna fácil coloco a forma diretamente na chama do fogão, quando o açúcar começa estralar desligo e desenforno).

Calda
½ xícara de açúcar
Costumo colocar o açúcar diretamente na forma e levo ao fogo baixo, conforme vai derretendo vou girando espalhando a calda (porém muito cuidado a forma fica extremamente quente só faça isso se tiver uma luva térmica).

HISTÓRIA DO DOCE BRASILEIRO

"Sem a escravidão não se explica o desenvolvimento no Brasil de uma arte de doce, de uma técnica de confeitaria, de uma estética de mesa, de sobremesa e de tabuleiro, tão cheias de complicações e até de sutilezas e exigindo tanto vagar, tanto lazer, tanta demora tanto trabalho no preparo e no enfeite de doces, dos bolos, dos pratos, das toalhas, das mesas. Só o grande lazer das sinhás ricas e o trabalho fácil das negras e das molecas explicam as exigências de certas receitas das antigas famílias das casas-grandes e dos sobrados". Gilberto Freyre

         
Os primeiros doces chegaram ao Brasil com a esquadra de Pedro Álvares Cabral, em Abril de 1500. Foram ofertados como presentes, aos índios de Porto Seguro que ate então desconheciam completamente a arte. Logo as senhoras portuguesas trariam suas receitas cheias de segredos que pouco a pouco foram ensinando as cunhãs.
Segundo o historiador Câmara Cascudo entre 1569 e 1587, Gabriel Soares de Sousa informava a Corte, em suas cartas: ``as cunhãs indígenas têm muita habilidade, para fazerem coisas doces, e fazem-se extremadas cozinheira ´´
Portugal vivia no século XVI, a opulência do OURO BRANCO desde o surgimento do "assucre" madeirense, As receitas das mesas senhoriais foram levadas pelas freiras nobres que confeccionava doces finos e sofisticados, para as embaixadas da Corte e do Papa. Esta doçaria conventual era marcada por uma personalidade muito própria diferenciando assim os inúmeros doces: bolo prior, barriga de freira, frades, beijos de frades, lágrimas, doce de esperança, fatias de bispo, pudim princesa, sopa da rainha, papos de anjo etc. Apesar dos ingredientes da doçaria conventual serem abundantes em frutas cristalizadas, especiarias, amêndoas, vinho, a enorme quantidade de ovos utilizado nas receitas foi a principal característica da época. Os confeiteiros ou mestres do açúcar criavam uma doçaria escultórica enquanto os pães de açúcar, as conservas de frutas: cidradas, aboboradas, nesperadas, pessegadas, uvadas, laranjadas, batatadas, marmeladas eram recomendados nas receitas, para chegar até o ponto de espadana porque se destinavam ao embarque. As geléias caseiras também já eram muito apreciadas.
Logo os produtos da nova terra foram adaptados as receitas portuguesas. A farinha de trigo, os ovos e o leite vinham de Portugal. Como quase todas as senhoras eram analfabetas, muitas das receitas originais se perderam no tempo. Vamos ilustrar este período com algumas receitas como são preparadas hoje.

"O açúcar refinou o paladar brasileiro, dando-lhe densidade histórica por intermédio dos doces e bolos"

            Gilberto Freyre
Com o cultivo da cana-de-açúcar, a mão de obra escrava abundante e a tradição doceira dos portugueses, nossas iguarias se enriqueciam ganhando sabores tropicais, reinventadas por mãos de habilidosas cozinheiras. O milho e a mandioca se transformaram em sobremesas e bolos obrigatórios nas cozinhas coloniais. As frutas da terra tornavam-se compotas e doces nobres, oferecidos com estilo, nas mesas senhoriais. Outros doces portugueses como a alféola, feito com melado, foram rebatizados - é o nosso puxa-puxa ou alfenim. Os quindins de Iaiá, os pés-de-moleque, os beijinhos de coco, os bons-bocados, os quero-mais (hoje conhecido como bolinho de chuva) e tantas outras inspirações se somavam aos suspiros, as ambrosias, aos olhos-de-sogra, aos sonhos, aos espera-maridos, aos toucinhos do céu, aos manjares, bolos e pudins, etc. que eram cuidadosamente confeccionados pelas donzelas e jovens senhoras com seus enxames de negras auxiliares, para exibirem seus dotes culinários. O pudim de leite exigia o domínio de muitos segredos, muita paciência e muita ansiedade ao desenformar!
Com a chegada do arroz, entre 1769 e 1779, surgiram o arroz-doce e as mães-bentas, tão populares na nossa doçaria. No Nordeste açucareiro, homenagens as famílias ou aos engenhos eram feitas através de receitas especiais de bolos como o Souza Leão, Luís Felipe, Guararapes, Dona Dondom, Fonseca Ramos, etc. que persistem até os nossos dias.
No início de 1890, chegava ao Brasil o Leite Condensado importado da Suíça que trazia na latinha a figura de uma moça. Logo o novo produto entrava na cozinha brasileira facilitando a confecção e a invenção de novos doces. Assim, a República foi homenageada com o Pudim Republicano que nada mais era que um Toucinho do Céu mais leve e suave que levava Leite Moça na receita. O Pudim Sete de Setembro, o Bolo Farroupilha, o Pudim Treze de Maio e tantas outras homenagens das nossas doceiras se perderam na história. Na década de quarenta, porém, foi à vez de homenagear um jovem solteiro, bonito e esbelto, o brigadeiro Eduardo Gomes com um docinho que juntava o Leite Moça ao chocolate e que se tornou o mais popular das festas brasileiras. Vieram o Pudim de Leite Moça, os pavês, os manjares, os sorvetes e tantas outras receitas que facilitavam a vida de nossas mulheres, à medida que chegavam as geladeiras e os fogões a gás.
Fonte: Açúcar: uma sociologia do doce, com receitas de bolos e dos doces do Nordeste do Brasil.
Gilberto Freyre, 1997, Companhia das Letras


Torta de Polenta

TORTA DE POLENTA

Ingredientes:

1 colher (sopa) de óleo
1 xícara (chá) de pvt de soja hidratada
300 g de frango cozido e desfiado
1/2 cebola picada
4 dentes de alho picados (usei 2 dentes)
1 pimenta dedo de moça sem sementes picada
1 cenoura média ralada
 ½ xícara ( chá) de molho de tomate
3  tomate sem pele e sem sementes picado 
3/4 xícara (chá) de salsinha picada e sal a gosto
1 colher (café) de vinagre de maçã ou de arroz
2 xícaras (chá) de leite  vegetal (usei de soja)
1/2 xícara (chá) de óleo 
1 xícara (chá) de amido de milho
1 xícara (chá) de farinha de milho fina (usei milharina)
1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo

Em uma panela aqueça 1 colher (sopa) de óleo e refogue a pvt de soja  até dourar. Junte 1/2 cebola picada, 4 dentes de alho picados, 1 pimenta dedo de moça sem sementes picada e a cenoura ralada
refogue por 1 minuto.Acrescente em seguida o  molho de tomate, 3 tomate sem pele e sem sementes
picados, salsinha e sal a gosto, misture e deixe no fogo até ferver (+/- 2 minutos). Desligue o fogo e reserve.
Coloque no copo do  liquidificador o vinagre, as 2 xícaras (chá) de leite vegetal,
1/2 xícara (chá) de óleo, 1 xícara (chá) de amido de milho, 1 xícara (chá) de farinha de milho fina, 1 colher (sopa) de fermento em pó, bater bem. Despeje esta mistura na panela com a pvt de soja (reservada acima) e misture.
Transfira  para uma fôrma  redonda untada e enfarinhada, leve  ao forno médio pré-aquecido a 180 graus por +/- 1 hora. Retire do forno espere esfriar e desenforme.


História da polenta

Polenta é um alimento típico da culinária italiana, mas que tem amplo uso e  aceitação em diversos países, como Argentina e o Brasil. Sua base é a farinha de milho.
Antes da chegada de imigrantes italianos, já se consumia no Brasil uma forma de polenta de milho denominada angu que pode ter a consistência de uma polenta firme ou cremosa, mas que nunca era grelhado ou frito.
A polenta tem origem na região norte da Itália. Constituía a base alimentar (o prato mais consumido) da população e dos legionários romanos. A polenta dos romanos, que tinha outros nomes como puls ou pulten, era bem diferente da nossa. Preparada com grãos de farro – um cereal que não existe mais – esmagados e cozidos com água até adquirirem uma consistência mole e depois temperados com queijos, ovos e carnes. Era comum misturar leite e mel para alimentar as crianças. 

 Mesmo após a queda do Império Romano a polenta continuou sendo consumida e o hábito se manteve na Idade Média. Nesta época o prato era feito com grãos de cevada, aveia, arroz e outros cereais disponíveis. Foi também o período de ascensão social da polenta, que deixou de ser um alimento restrito dos pobres e conquistou o paladar da nobreza. Porém, enquanto o restante da população servia a polenta como prato único, os nobres descobriram que ela acompanhava como nenhum outro seus banquetes, regados, principalmente, a carnes de caça e aves selvagens.                 
A polenta tal qual a conhecemos hoje, feita com farinha de milho, o fubá, só começou a ser preparada três ou quatro décadas após a descoberta da América no final do século XV. Cristóvão Colombo retornou de sua viagem trazendo sementes de vários produtos agrícolas, entre eles o milho, que passou a ser cultivado pelos espanhóis em Andaluzia e pelos italianos de Veneza. Este cereal – fácil de cultivar e de crescimento rápido - considerado como uma dádiva divina pelos Astecas, no México, pelos Maias, da      América Central e pelos Incas da Colômbia, obteve sucesso imediato na Europa, matando a fome de várias gerações.
A polenta de milho tornou-se o principal prato nas regiões de Veneza e Friuli, onde passou a substituir o pão (feito com trigo) e o macarrão. Inicialmente restrita a essas regiões, em pouco tempo a polenta passou a dominar todos os aspectos da culinária italiana.
Sua textura varia bastante, de firme nas regiões de Veneza e Friuli a cremosa na região de Abruzzi. A polenta sempre foi feita da mesma forma: com bastante esforço e paciência, misturando a pasta de milho em caldeirões de cobre, aquecidas sob o fogo.
Pode ser servida mole, dura, grelhada ou frita. Pode ser recheada com uma miríade de molhos ou outros ingredientes, acrescentados enquanto ela ainda está mole.
Antigamente considerada "comida de pobres", a polenta hoje é usada em diversas casas e restaurantes, sem essa conotação.
Recentemente, a indústria alimentícia lançou polentas pré-preparadas, para serem feitas em refeições instantâneas.
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Polenta

Suco de Melancia com Abacaxi

Suco de melancia com abacaxi

Ingredientes:

5 xícaras (chá) de melancia picada e sem caroços
2 xícaras (chá) de abacaxi picado
1 litro de água filtrada e gelada
açúcar a gosto
Modo de preparo:
Bater tudo no liquidificador, coar e adoçar.
Este é um suco bem refrescante, além de diurético (ajuda a eliminar líquidos retidos no corpo), neste calor humm é uma delicia, suco natural é uma excelente fonte de vitaminas e minerais, de preferência a eles ao invés dos sucos em pó.

Melancia (Citrullus lanatus) é o nome de uma planta da família Cucurbitácea e do seu fruto. Trata-se de uma erva trepadeira e rastejante originária da África. É cultivada ou aparece quase espontaneamente em várias regiões do Brasil, geralmente em áreas secas e de solo arenoso.
Originária da África, foi trazida ao Brasil por negros de origem Banto e Sudanês no processo de escravidão.
Conserva-se em geladeira por 2 a 3 semanas
O dia da melancia é dia 26 de novembro e foi comemorado no ano de 2006 pela primeira vez no Brasil.
Tem propriedades hidratantes (contém cerca de 90% de água). Além disso, possui também açúcar, vitaminas do Complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.
Abacaxi o termo abacaxi (em português) é, com forte probabilidade, oriundo do tupi ibacati, ‘bodum ou fedor de fruto’, ‘fruto fedorento’ (ibá, ‘fruto’, cati, ‘recender ou cheirar fortemente’), documentado já no início do séc. XIX.
O termo ananás (em português e espanhol) é do guarani naná, e documentado em português na primeira metade do séc. XVI e em espanhol na segunda (1578), em que é empréstimo do português do Brasil ou da sua língua geral.
O fruto, quando maduro, tem o sabor bastante ácido e muitas vezes adocicado. Em culinária pode ser utilizado como um poderoso amaciante de carnes. Habitualmente usa-se a polpa da fruta, mas seu miolo e as cascas podem ser aferventadas para produção de sucos.
Na linguagem corrente do Brasil tal como em Angola, costuma-se designar por ananás os frutos de plantas não cultivadas ou de variedades menos conhecidas ou de qualidade inferior. Por sua vez, a palavra abacaxi costuma ser empregada não apenas para designar o fruto de melhor qualidade, mas a própria planta que o produz.
O abacaxi é um fruto-símbolo de regiões tropicais e subtropicais, de grande aceitação em todo o mundo, quer ao natural, quer industrializado: agrada aos olhos, ao paladar e ao olfato. Por essas razões e por ter uma "coroa", cabe-lhe por vezes o cognome de "rei dos frutos", que lhe foi dado, logo após seu descobrimento, pelos portugueses.
O abacaxi já era cultivado pelos indígenas em extensas regiões do Novo Mundo, antes do descobrimento. Origina-se da América tropical e subtropical, ao que parece do sul do Brasil. Provavelmente, as atuais variedades cultivadas descendem de abacaxizeiros selvagens ali existentes. Não se sabe, todavia, quando, onde e como essa domesticação se verificou, mas, a 4 de novembro de 1493, Colombo e seus marinheiros descobriram o abacaxizeiro em Guadalupe, nas Pequenas Antilhas
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Melancia

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Bolo de Cenoura

Bolo de cenoura


Ingredientes:

1 colher (café) de vinagre de maçã ou de arroz

1 xícara(chá) de leite vegetal (usei de coco)

3 cenouras medias picadas

1 ½ xícara(chá) de açúcar demerara

4 colheres(sopa) de margarina vegetal

3 xícaras(chá) de farinha de trigo

1 colher(sopa)de fermento em pó

Modo de preparo:
Coloque o leite e as cenouras no copo do liquidificador e bater até ficar cremoso, reserve.
Na batedeira coloque o açúcar, o vinagre e a margarina bater até que fique com a consistência fofa em seguida acrescente a farinha de trigo e a cenoura batida, bater novamente, depois coloque o fermento misturando bem com auxilio de uma colher.(Não gosto de bater o fermento na batedeira sempre misturo, pois quanto mais bater o fermento menor e a reação química dele).Coloque em uma forma untada e enfarinhada (usei forma redonda com furo no meio grande) e leve ao forno preaquecido por + ou – uns 40 minutos ou até ficar dourado.Depois de pronto espere esfriar desenforme e cubra com calda de chocolate. Decorei  com chocolate granulado.
Calda de chocolate

Ingredientes:

2 colheres (de sopa) de açúcar demerara
1 colher (sopa)de margarina vegetal
2 colheres (sopa)de chocolate em pó
½ colher (sopa) de amido de milho
1 xícara(chá) de leite vegetal(usei de coco)
2 colheres(sopa) de creme (leite) de soja da Batavo Naturis
Modo de preparo:

Em uma panela coloque todos os ingredientes, misture bem e leve ao fogo até ficar com consistência de um mingau, depois de pronto coloque as 2 colheres (sopa) de creme (leite) de soja da batavo Natutis.

Ficou uma delicia, bem fofinho, aqui todos aprovaram.

Geléia de Pêssego

Geléia de pêssego

Ingredientes:

1 kg de pêssego maduros

1 ½ xícara (chá) de açúcar demerara

suco de 1/2 limão

Modo de Preparo:

Lave muito bem os pêssegos sob água corrente, retire as cascas e os caroços.

Em uma panela, junte os pêssegos picados, o suco de limão e o açúcar. Leve ao fogo baixo e deixe cozinhar por cerca de 30 minutos, ou até que se forme uma calda grossa e os pêssegos fiquem bem macios.

Retire a geléia do fogo e deixe esfriar, coloque em um vidro com tampa (pode ser reutilizado*) esterilizado e guarde na geladeira consumir em até 15 dias.

Dica:

Potes de vidro podem ser reutilizados para geléias, feitas em casa. Mas primeiro eles devem ser muito bem lavados e esterilizados. Para isso, leve bastante água para ferver em uma panela grande, coloque o vidro e sua tampa na panela e deixe ferver por no mínimo 15 minutos.

Para retirar o vidro e a tampa, utilize uma pinça de cozinha e deixe-o escorrer sobre um pano de prato limpo. Atenção: não coloque o vidro sobre nenhuma superfície muito gelada, como mármore, pois o vidro pode estourar. Só use o pote esterilizado depois que ele esfriar totalmente.

Ficou maravilhosa essa geléia, bem natural DIVINA. Com as cascas fiz um delicioso chá,usei 
1 litros de água, 3 cravos, 2 pedaços de canela em casca, super saboroso uma ótima dica para reaproveitar as cascas.