quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Massa para Pizza na MFP


Massa para pizza na MFP (ciclo massa)

Ingredientes para 900gr
Usei na MFP
1 1/3   copo de água filtrada
1  colher (chá) de sal
3 colheres (sopa) de óleo vegetal
4 copos de farinha de trigo
2 ½ colheres(chá) de fermento biológico seco instantâneo

Modo de preparo:

Retire a forma de assar de dentro da MFP
Adicione todos os ingredientes na ordem acima
Recoloque a forma de assar na MFP
Escolha o ciclo opção 8 (massa)
Feche a tampa e pressione o botão iniciar/parar
Quando a massa estiver pronta, retire e sove um pouco para retirar as bolhas de ar, divida a massa em duas abra com auxilio de um rolo, coloque nas formas de pizza já untadas e enfarinhadas. Leve ao forno preaquecido por 10 minutos, retire espalhe molho de tomate  use o recheio de sua preferência. Volte ao forno por 20 minutos.
Usei como recheio para uma das pizzas vegarella*, 3 tomate em rodelas e orégano a gosto.

Receita de vegarella:
Ingredientes
500 g tofu firme
1/2 xícara de azeite
1 colher (sopa) de sal
1/4 de xícara de suco de limão
1/2 xícara de polvilho azedo
1 pitada de cúrcuma (açafrão-da-terra)
Leite vegetal (opcional)
Modo de preparo:
Bata no liquidificador o tofu e o azeite de oliva. Adicione o sal, o suco de limão, o polvilho azedo e a cúrcuma. Leve ao fogo dando ponto de catupiry com o leite vegetal (opcional)
Ficou maravilhosa, aqui todos adoraram essa receita.
O maridão ajudou a colocar o recheio, foi um momento bem divertido em família.



História da Pizza

A história da pizza começou há 6 mil anos com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na península da Etrúria, na Itália.
Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e a água para assar em fornos rústicos a mais de 5000 anos.
A massa era chamada de "Pão de Abraão", muito parecida com os pães árabes atuais e recebia o nome de "piscea". Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão, os turcos muçulmanos adotavam este costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas esta prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles sendo em seguida incrementada dando origem a Pizza que conhecemos hoje. No início de sua existência somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram ingredientes típicos da pizza, comuns no dia-a-dia da região. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis.
Porém, ainda nesta época a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, sendo na época dobrada ao meio, devorada como se fosse um sanduíche.
A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando próximo do início do primeiro milênio surge o termo "picea", na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. "Picea" indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava "matar a fome" principalmente da parte mais pobre da população. Normalmente a massa de pão recebia como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo. A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a PORT’ALBA, ponto de encontro de artistas famosos da época, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou variações de pizzas em suas obras

A pizza começou a ganhar importância quando chegou à nobreza. 
A história diz que em 1889, o dono de uma taverna, Raffaele Sposito, deveria oferecer um prato para a rainha MARGUERITA DE ITÁLIA. A primeira pizza então foi feita para ser servida à rainha e foi enfeitada com as cores da bandeira italiana: 
Queijo (branco), Manjericão (verde) e Tomate (vermelho). 
Ele fez, então, uma pizza. A Rainha gostou tanto do prato que o convidou para assar mais algumas pizzas para ela em seu palácio. As pizzas podem ter uma centena de coberturas. No século XVIII, os vendedores de rua de Nápoles vendiam pizzas. A primeira pizzaria do mundo, PORT´ALBA, foi aberta em 1830. As pizzas eram assadas em fornos que se utilizavam de lava do vulcão VESÚVIO. Alguns estabelecimentos das ruínas da cidade de Pompéia ainda demonstram sinais das antigas pizzarias. 
Não demorou muito para que a pizza ganhasse o mundo, chegando aos Estados Unidos com os imigrantes italianos na segunda metade do século XIX. Apesar dos imigrantes serem pobres a pizza os ajudou alguns deles a fazer fortuna. A primeira pizzaria na America foi aberta em 1905, por GENARO LOMBARDI, em Nova York.
Após sua exportação, dois países do outro lado do mundo passaram a ser seus maiores degustadores, Estados Unidos e Brasil, principalmente nas suas principais capitais econômico-culturais, Nova York (EUA) e São Paulo (Brasil).
Chegou ao Brasil da mesma forma, através dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 50, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se logo em seguida, parte da cultura deste país, quando, desde 1985 comemora-se o dia da pizza no dia 10 de julho.

 Fontes: Portal São Francisco.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Pãozinho Doce


Pãozinho doce

Ingredientes:

300 ml de leite vegetal (usei de coco) morno
6 colheres (sopa) de açúcar demerara
1/2 colheres (sopa) de sal
4 colheres (sopa) de óleo
5 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 sachet de fermento biológico seco

Modo de preparo:

Em uma vasilha junte todos os ingredientes e sove bem, se precisar utilize mais farinha para sovar a massa (tem que ficar lisa e sem grudar nas mãos), em seguida deixe descansar por 1 hora coberto com um pano de prato. Sove novamente, apenas para tirar o ar, modele os pãezinhos em formato de bolinhas (tamanho de bola de ping-pong, fiz 18 bolinhas), deixe descansar novamente por 1 hora e meia a 2 h (tenha paciência o resultado é maravilhoso)
Asse por aproximadamente 30 minutos ou até dourar (forno 180º preaquecido). Ainda quente pincele por cima leite condensado de soja da Soymilke.
 
Ficou uma delicia super macio humm,  se quiser pode depois de pincelar o leite condensado de soja polvilhar coco ralado, chocolate granulado ou canela em pó. 

Curau de Milho


Curau de milho

Ingredientes:

6 espigas de milho verde
1 ½ xícara (chá) de leite vegetal (usei de coco)
8 colheres (sopa) de açúcar demerara
1 lata de leite condensado de soja Soymilke
1 colher de margarina vegetal
1 pitada de sal
 Canela em pó para polvilhar

Modo de Preparo
Retire os grãos do milho com auxilio de uma faca, coloque no copo doliquidificador com o leite de coco e bater, em seguida peneire o liquido em uma panela e misture os demais ingredientes menos a canela em pó. Leve ao fogo até engrossar mexendo sempre. Transfira para uma travessa ou tacinhas e polvilhe a canela em pó por cima.

Ficou sensacional humm... sem comentários.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Pão de Liquidificador


PÃO DE LIQUIDIFICADOR

Ingredientes: 

2 tabletes de fermento fresco para pão (usei um envelope de fermento seco)
½ xícara de açúcar demerara
2 ½ xícaras de leite vegetal (usei de soja) em temperatura ambiente ou se preferir pode usar água morna
1 colher (café) de vinagre de maçã
½ xícara de óleo( usei de girassol) 
½ colher de sopa de sal 
500g de farinha de trigo (usei 5 xícaras chá) 
4 colheres(sopa) de fibra(também conhecido como farelo) de trigo

Modo de preparar:

Bater todos os ingredientes no liquidificador (menos a farinha  e a fibra de trigo) bater bem. Coloque em um recipiente a farinha e a fibra de trigo em seguida o conteúdo do liquidificador, misture bem com auxilio de uma colher. Coloque em assadeira untada e enfarinhada (usei uma para pão de forma e outra para bolo inglês) e deixe crescer até dobrar de volume. Asse em forno bem baixinho até dourar (entre 150° e 180º)

A massa fica mole não se preocupe, depois de assado fica uma delicia, Essa é uma receita pratica e rápida de fazer adorei o resultado.

Bolo de Tapioca


Bolo de tapioca

Ingredientes:

4 colheres(sopa) de margarina vegetal
1 ½ xícara(chá) de açúcar demerara
1 colher (café) de vinagre de maçã ou de arroz
1 xícara(chá) de farinha de tapioca
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 pacotinho de coco ralado de 50g
1 xícara(chá) de leite vegetal (usei de coco)
1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de preparo:

Bater a margarina com o açúcar até esbranquiçar, em seguida acrescente o vinagre e misture bem. Depois coloque a farinha de trigo, a de tapioca e o leite de coco e continue batendo até ficar uma massa fofa, por último adicione o fermento em pó .Coloque em forma untada e enfarinhada, asse em forno pré-aquecido até dourar + ou – 45 minutos.

Esse bolo ficou divino, o cheirinho dele é ótimo sem falar no sabor hummm. Minha mãe com certeza se estivesse entre nós iria adorar esse bolo.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Pudim de Leite Condensado de soja

Pudim de leite condensado de soja 

Ingredientes:

2 lata de leite condensado de soja da Soymilke
2 xícaras (chá) de leite vegetal (usei de soja) 
3 colheres (sopa) de massa para tapioca
4 colheres (sopa) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de açúcar demerara

Modo de preparo:

Bater todos os ingredientes no liquidificador, em seguida coloque em uma forma caramelada (usei uma de tamanho médio) cubra a forma com papel alumínio formando uma tampa (eu tenho uma tampa de panela que cabe certinho na forma então a utilizo, tome cuidado se for usar uma tampa, pois ela esquenta muito, quando for retirar após 1 hora de forno utilize uma luva térmica ou um pano bem enrolado). Leve ao forno e asse em banho Maria por 1h e 45 minutos, na primeira hora asse coberta, depois os 45 minutos restante deixe dourar. Espere esfriar por completo e desenforme (costumo deixar de um dia para o outro, quando esfria levo a geladeira, para desenforna fácil coloco a forma diretamente na chama do fogão, quando o açúcar começa estralar desligo e desenforno).

Calda
½ xícara de açúcar
Costumo colocar o açúcar diretamente na forma e levo ao fogo baixo, conforme vai derretendo vou girando espalhando a calda (porém muito cuidado a forma fica extremamente quente só faça isso se tiver uma luva térmica).

HISTÓRIA DO DOCE BRASILEIRO

"Sem a escravidão não se explica o desenvolvimento no Brasil de uma arte de doce, de uma técnica de confeitaria, de uma estética de mesa, de sobremesa e de tabuleiro, tão cheias de complicações e até de sutilezas e exigindo tanto vagar, tanto lazer, tanta demora tanto trabalho no preparo e no enfeite de doces, dos bolos, dos pratos, das toalhas, das mesas. Só o grande lazer das sinhás ricas e o trabalho fácil das negras e das molecas explicam as exigências de certas receitas das antigas famílias das casas-grandes e dos sobrados". Gilberto Freyre

         
Os primeiros doces chegaram ao Brasil com a esquadra de Pedro Álvares Cabral, em Abril de 1500. Foram ofertados como presentes, aos índios de Porto Seguro que ate então desconheciam completamente a arte. Logo as senhoras portuguesas trariam suas receitas cheias de segredos que pouco a pouco foram ensinando as cunhãs.
Segundo o historiador Câmara Cascudo entre 1569 e 1587, Gabriel Soares de Sousa informava a Corte, em suas cartas: ``as cunhãs indígenas têm muita habilidade, para fazerem coisas doces, e fazem-se extremadas cozinheira ´´
Portugal vivia no século XVI, a opulência do OURO BRANCO desde o surgimento do "assucre" madeirense, As receitas das mesas senhoriais foram levadas pelas freiras nobres que confeccionava doces finos e sofisticados, para as embaixadas da Corte e do Papa. Esta doçaria conventual era marcada por uma personalidade muito própria diferenciando assim os inúmeros doces: bolo prior, barriga de freira, frades, beijos de frades, lágrimas, doce de esperança, fatias de bispo, pudim princesa, sopa da rainha, papos de anjo etc. Apesar dos ingredientes da doçaria conventual serem abundantes em frutas cristalizadas, especiarias, amêndoas, vinho, a enorme quantidade de ovos utilizado nas receitas foi a principal característica da época. Os confeiteiros ou mestres do açúcar criavam uma doçaria escultórica enquanto os pães de açúcar, as conservas de frutas: cidradas, aboboradas, nesperadas, pessegadas, uvadas, laranjadas, batatadas, marmeladas eram recomendados nas receitas, para chegar até o ponto de espadana porque se destinavam ao embarque. As geléias caseiras também já eram muito apreciadas.
Logo os produtos da nova terra foram adaptados as receitas portuguesas. A farinha de trigo, os ovos e o leite vinham de Portugal. Como quase todas as senhoras eram analfabetas, muitas das receitas originais se perderam no tempo. Vamos ilustrar este período com algumas receitas como são preparadas hoje.

"O açúcar refinou o paladar brasileiro, dando-lhe densidade histórica por intermédio dos doces e bolos"

            Gilberto Freyre
Com o cultivo da cana-de-açúcar, a mão de obra escrava abundante e a tradição doceira dos portugueses, nossas iguarias se enriqueciam ganhando sabores tropicais, reinventadas por mãos de habilidosas cozinheiras. O milho e a mandioca se transformaram em sobremesas e bolos obrigatórios nas cozinhas coloniais. As frutas da terra tornavam-se compotas e doces nobres, oferecidos com estilo, nas mesas senhoriais. Outros doces portugueses como a alféola, feito com melado, foram rebatizados - é o nosso puxa-puxa ou alfenim. Os quindins de Iaiá, os pés-de-moleque, os beijinhos de coco, os bons-bocados, os quero-mais (hoje conhecido como bolinho de chuva) e tantas outras inspirações se somavam aos suspiros, as ambrosias, aos olhos-de-sogra, aos sonhos, aos espera-maridos, aos toucinhos do céu, aos manjares, bolos e pudins, etc. que eram cuidadosamente confeccionados pelas donzelas e jovens senhoras com seus enxames de negras auxiliares, para exibirem seus dotes culinários. O pudim de leite exigia o domínio de muitos segredos, muita paciência e muita ansiedade ao desenformar!
Com a chegada do arroz, entre 1769 e 1779, surgiram o arroz-doce e as mães-bentas, tão populares na nossa doçaria. No Nordeste açucareiro, homenagens as famílias ou aos engenhos eram feitas através de receitas especiais de bolos como o Souza Leão, Luís Felipe, Guararapes, Dona Dondom, Fonseca Ramos, etc. que persistem até os nossos dias.
No início de 1890, chegava ao Brasil o Leite Condensado importado da Suíça que trazia na latinha a figura de uma moça. Logo o novo produto entrava na cozinha brasileira facilitando a confecção e a invenção de novos doces. Assim, a República foi homenageada com o Pudim Republicano que nada mais era que um Toucinho do Céu mais leve e suave que levava Leite Moça na receita. O Pudim Sete de Setembro, o Bolo Farroupilha, o Pudim Treze de Maio e tantas outras homenagens das nossas doceiras se perderam na história. Na década de quarenta, porém, foi à vez de homenagear um jovem solteiro, bonito e esbelto, o brigadeiro Eduardo Gomes com um docinho que juntava o Leite Moça ao chocolate e que se tornou o mais popular das festas brasileiras. Vieram o Pudim de Leite Moça, os pavês, os manjares, os sorvetes e tantas outras receitas que facilitavam a vida de nossas mulheres, à medida que chegavam as geladeiras e os fogões a gás.
Fonte: Açúcar: uma sociologia do doce, com receitas de bolos e dos doces do Nordeste do Brasil.
Gilberto Freyre, 1997, Companhia das Letras


Torta de Polenta

TORTA DE POLENTA

Ingredientes:

1 colher (sopa) de óleo
1 xícara (chá) de pvt de soja hidratada
300 g de frango cozido e desfiado
1/2 cebola picada
4 dentes de alho picados (usei 2 dentes)
1 pimenta dedo de moça sem sementes picada
1 cenoura média ralada
 ½ xícara ( chá) de molho de tomate
3  tomate sem pele e sem sementes picado 
3/4 xícara (chá) de salsinha picada e sal a gosto
1 colher (café) de vinagre de maçã ou de arroz
2 xícaras (chá) de leite  vegetal (usei de soja)
1/2 xícara (chá) de óleo 
1 xícara (chá) de amido de milho
1 xícara (chá) de farinha de milho fina (usei milharina)
1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo

Em uma panela aqueça 1 colher (sopa) de óleo e refogue a pvt de soja  até dourar. Junte 1/2 cebola picada, 4 dentes de alho picados, 1 pimenta dedo de moça sem sementes picada e a cenoura ralada
refogue por 1 minuto.Acrescente em seguida o  molho de tomate, 3 tomate sem pele e sem sementes
picados, salsinha e sal a gosto, misture e deixe no fogo até ferver (+/- 2 minutos). Desligue o fogo e reserve.
Coloque no copo do  liquidificador o vinagre, as 2 xícaras (chá) de leite vegetal,
1/2 xícara (chá) de óleo, 1 xícara (chá) de amido de milho, 1 xícara (chá) de farinha de milho fina, 1 colher (sopa) de fermento em pó, bater bem. Despeje esta mistura na panela com a pvt de soja (reservada acima) e misture.
Transfira  para uma fôrma  redonda untada e enfarinhada, leve  ao forno médio pré-aquecido a 180 graus por +/- 1 hora. Retire do forno espere esfriar e desenforme.


História da polenta

Polenta é um alimento típico da culinária italiana, mas que tem amplo uso e  aceitação em diversos países, como Argentina e o Brasil. Sua base é a farinha de milho.
Antes da chegada de imigrantes italianos, já se consumia no Brasil uma forma de polenta de milho denominada angu que pode ter a consistência de uma polenta firme ou cremosa, mas que nunca era grelhado ou frito.
A polenta tem origem na região norte da Itália. Constituía a base alimentar (o prato mais consumido) da população e dos legionários romanos. A polenta dos romanos, que tinha outros nomes como puls ou pulten, era bem diferente da nossa. Preparada com grãos de farro – um cereal que não existe mais – esmagados e cozidos com água até adquirirem uma consistência mole e depois temperados com queijos, ovos e carnes. Era comum misturar leite e mel para alimentar as crianças. 

 Mesmo após a queda do Império Romano a polenta continuou sendo consumida e o hábito se manteve na Idade Média. Nesta época o prato era feito com grãos de cevada, aveia, arroz e outros cereais disponíveis. Foi também o período de ascensão social da polenta, que deixou de ser um alimento restrito dos pobres e conquistou o paladar da nobreza. Porém, enquanto o restante da população servia a polenta como prato único, os nobres descobriram que ela acompanhava como nenhum outro seus banquetes, regados, principalmente, a carnes de caça e aves selvagens.                 
A polenta tal qual a conhecemos hoje, feita com farinha de milho, o fubá, só começou a ser preparada três ou quatro décadas após a descoberta da América no final do século XV. Cristóvão Colombo retornou de sua viagem trazendo sementes de vários produtos agrícolas, entre eles o milho, que passou a ser cultivado pelos espanhóis em Andaluzia e pelos italianos de Veneza. Este cereal – fácil de cultivar e de crescimento rápido - considerado como uma dádiva divina pelos Astecas, no México, pelos Maias, da      América Central e pelos Incas da Colômbia, obteve sucesso imediato na Europa, matando a fome de várias gerações.
A polenta de milho tornou-se o principal prato nas regiões de Veneza e Friuli, onde passou a substituir o pão (feito com trigo) e o macarrão. Inicialmente restrita a essas regiões, em pouco tempo a polenta passou a dominar todos os aspectos da culinária italiana.
Sua textura varia bastante, de firme nas regiões de Veneza e Friuli a cremosa na região de Abruzzi. A polenta sempre foi feita da mesma forma: com bastante esforço e paciência, misturando a pasta de milho em caldeirões de cobre, aquecidas sob o fogo.
Pode ser servida mole, dura, grelhada ou frita. Pode ser recheada com uma miríade de molhos ou outros ingredientes, acrescentados enquanto ela ainda está mole.
Antigamente considerada "comida de pobres", a polenta hoje é usada em diversas casas e restaurantes, sem essa conotação.
Recentemente, a indústria alimentícia lançou polentas pré-preparadas, para serem feitas em refeições instantâneas.
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Polenta

Suco de Melancia com Abacaxi

Suco de melancia com abacaxi

Ingredientes:

5 xícaras (chá) de melancia picada e sem caroços
2 xícaras (chá) de abacaxi picado
1 litro de água filtrada e gelada
açúcar a gosto
Modo de preparo:
Bater tudo no liquidificador, coar e adoçar.
Este é um suco bem refrescante, além de diurético (ajuda a eliminar líquidos retidos no corpo), neste calor humm é uma delicia, suco natural é uma excelente fonte de vitaminas e minerais, de preferência a eles ao invés dos sucos em pó.

Melancia (Citrullus lanatus) é o nome de uma planta da família Cucurbitácea e do seu fruto. Trata-se de uma erva trepadeira e rastejante originária da África. É cultivada ou aparece quase espontaneamente em várias regiões do Brasil, geralmente em áreas secas e de solo arenoso.
Originária da África, foi trazida ao Brasil por negros de origem Banto e Sudanês no processo de escravidão.
Conserva-se em geladeira por 2 a 3 semanas
O dia da melancia é dia 26 de novembro e foi comemorado no ano de 2006 pela primeira vez no Brasil.
Tem propriedades hidratantes (contém cerca de 90% de água). Além disso, possui também açúcar, vitaminas do Complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.
Abacaxi o termo abacaxi (em português) é, com forte probabilidade, oriundo do tupi ibacati, ‘bodum ou fedor de fruto’, ‘fruto fedorento’ (ibá, ‘fruto’, cati, ‘recender ou cheirar fortemente’), documentado já no início do séc. XIX.
O termo ananás (em português e espanhol) é do guarani naná, e documentado em português na primeira metade do séc. XVI e em espanhol na segunda (1578), em que é empréstimo do português do Brasil ou da sua língua geral.
O fruto, quando maduro, tem o sabor bastante ácido e muitas vezes adocicado. Em culinária pode ser utilizado como um poderoso amaciante de carnes. Habitualmente usa-se a polpa da fruta, mas seu miolo e as cascas podem ser aferventadas para produção de sucos.
Na linguagem corrente do Brasil tal como em Angola, costuma-se designar por ananás os frutos de plantas não cultivadas ou de variedades menos conhecidas ou de qualidade inferior. Por sua vez, a palavra abacaxi costuma ser empregada não apenas para designar o fruto de melhor qualidade, mas a própria planta que o produz.
O abacaxi é um fruto-símbolo de regiões tropicais e subtropicais, de grande aceitação em todo o mundo, quer ao natural, quer industrializado: agrada aos olhos, ao paladar e ao olfato. Por essas razões e por ter uma "coroa", cabe-lhe por vezes o cognome de "rei dos frutos", que lhe foi dado, logo após seu descobrimento, pelos portugueses.
O abacaxi já era cultivado pelos indígenas em extensas regiões do Novo Mundo, antes do descobrimento. Origina-se da América tropical e subtropical, ao que parece do sul do Brasil. Provavelmente, as atuais variedades cultivadas descendem de abacaxizeiros selvagens ali existentes. Não se sabe, todavia, quando, onde e como essa domesticação se verificou, mas, a 4 de novembro de 1493, Colombo e seus marinheiros descobriram o abacaxizeiro em Guadalupe, nas Pequenas Antilhas
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Melancia

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Bolo de Cenoura

Bolo de cenoura


Ingredientes:

1 colher (café) de vinagre de maçã ou de arroz

1 xícara(chá) de leite vegetal (usei de coco)

3 cenouras medias picadas

1 ½ xícara(chá) de açúcar demerara

4 colheres(sopa) de margarina vegetal

3 xícaras(chá) de farinha de trigo

1 colher(sopa)de fermento em pó

Modo de preparo:
Coloque o leite e as cenouras no copo do liquidificador e bater até ficar cremoso, reserve.
Na batedeira coloque o açúcar, o vinagre e a margarina bater até que fique com a consistência fofa em seguida acrescente a farinha de trigo e a cenoura batida, bater novamente, depois coloque o fermento misturando bem com auxilio de uma colher.(Não gosto de bater o fermento na batedeira sempre misturo, pois quanto mais bater o fermento menor e a reação química dele).Coloque em uma forma untada e enfarinhada (usei forma redonda com furo no meio grande) e leve ao forno preaquecido por + ou – uns 40 minutos ou até ficar dourado.Depois de pronto espere esfriar desenforme e cubra com calda de chocolate. Decorei  com chocolate granulado.
Calda de chocolate

Ingredientes:

2 colheres (de sopa) de açúcar demerara
1 colher (sopa)de margarina vegetal
2 colheres (sopa)de chocolate em pó
½ colher (sopa) de amido de milho
1 xícara(chá) de leite vegetal(usei de coco)
2 colheres(sopa) de creme (leite) de soja da Batavo Naturis
Modo de preparo:

Em uma panela coloque todos os ingredientes, misture bem e leve ao fogo até ficar com consistência de um mingau, depois de pronto coloque as 2 colheres (sopa) de creme (leite) de soja da batavo Natutis.

Ficou uma delicia, bem fofinho, aqui todos aprovaram.

Geléia de Pêssego

Geléia de pêssego

Ingredientes:

1 kg de pêssego maduros

1 ½ xícara (chá) de açúcar demerara

suco de 1/2 limão

Modo de Preparo:

Lave muito bem os pêssegos sob água corrente, retire as cascas e os caroços.

Em uma panela, junte os pêssegos picados, o suco de limão e o açúcar. Leve ao fogo baixo e deixe cozinhar por cerca de 30 minutos, ou até que se forme uma calda grossa e os pêssegos fiquem bem macios.

Retire a geléia do fogo e deixe esfriar, coloque em um vidro com tampa (pode ser reutilizado*) esterilizado e guarde na geladeira consumir em até 15 dias.

Dica:

Potes de vidro podem ser reutilizados para geléias, feitas em casa. Mas primeiro eles devem ser muito bem lavados e esterilizados. Para isso, leve bastante água para ferver em uma panela grande, coloque o vidro e sua tampa na panela e deixe ferver por no mínimo 15 minutos.

Para retirar o vidro e a tampa, utilize uma pinça de cozinha e deixe-o escorrer sobre um pano de prato limpo. Atenção: não coloque o vidro sobre nenhuma superfície muito gelada, como mármore, pois o vidro pode estourar. Só use o pote esterilizado depois que ele esfriar totalmente.

Ficou maravilhosa essa geléia, bem natural DIVINA. Com as cascas fiz um delicioso chá,usei 
1 litros de água, 3 cravos, 2 pedaços de canela em casca, super saboroso uma ótima dica para reaproveitar as cascas.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Geléia de Morango

Geléia de morango


Ingredientes:

450 g de morangos (2 caixinhas)

1 xícara (chá) de açúcar demerara

suco de 1/2 limão

Modo de Preparo

Lave muito bem os morangos sob água corrente e retire as folhas. Em uma vasilha, deixe-os de molho por 10 minutos. Em seguida, retire os morangos sem escorrer a água, com cuidado para que as "sujeirinhas" fiquem no fundo da vasilha.

Em uma panela, junte os morangos, o suco de limão e o açúcar. Leve ao fogo baixo e deixe cozinhar por cerca de 30 minutos, ou até que se forme uma calda grossa e os morangos fiquem bem macios.

Retire a geléia do fogo e deixe esfriar, coloque em um vidro com tampa (pode ser reutilizado*) esterilizado e guarde na geladeira.

Dica

Potes de vidro podem ser reutilizados para geléias, feitas em casa. Mas primeiro eles devem ser muito bem lavados e esterilizados. Para isso, leve bastante água para ferver em uma panela grande, coloque o vidro e sua tampa na panela e deixe ferver por no mínimo 15 minutos.

Para retirar o vidro e a tampa, utilize uma pinça de cozinha e deixe-o escorrer sobre um pano de prato limpo. Atenção: não coloque o vidro sobre nenhuma superfície muito gelada, como mármore, pois o vidro pode estourar. Só use o pote esterilizado depois que ele esfriar totalmente.

Ficou uma delicia essa geléia, sem conservantes e nenhum produto químico, bem natural a nossa família merece esse carinho(rsrsrs).

Conhecendo um pouco a História das geléias

Desde tempos remotos, a conservação dos alimentos sempre foi uma preocupação da humanidade. A técnica utilizada para fazer geléia é um capítulo importante dessa história, pois foi criada para preservar diferentes tipos de fruta. Em geral, as geléias duram até duas semanas se forem armazenadas em vidros hermeticamente fechados na geladeira.

É possível fazer geléia com pedaços de frutas ou com a polpa batida e passada por uma peneira, para ficar mais transparente.

Existe geléia de uma infinidade de frutas, mas algumas são melhores por conter maior quantidade de pectina (substância natural que dá consistência à preparação),como maçã, laranja, limão,morango, uva, manga, jabuticaba, pêssego e abacaxi.
Muitas geléias importadas trazem no rótulo a denominação marmelada – termo criado no século 17, no reinado de Carlos II, na Inglaterra. Conta à história que sua esposa, a rainha portuguesa Catarina Henriqueta de Bragança, por sentir-se

solitária, costumava convidar as amigas para tomar chá à tarde, hábito que teria originado o famoso chá das cinco. Nessas ocasiões, ela servia um tipo de geléia de marmelo. Hoje, as marmeladas são feitas de frutas cítricas com a casca.

A palavra ’geléia’ tem sua origem do francês ’gelée’, que significa solidificar ou gelificar. Reis e rainhas serviam geléias em louças de prata e as ofereciam a seus convidados.

A origem das conservas de frutas – as compotas, geléias e frutas cristalizadas – é creditada aos árabes, mais exatamente aos mesopotâmicos, que a utilizavam, sobretudo, para fins medicinais.
Fonte: claudia.abril.com.br/pagina12

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Torta de Liquidificador

Torta de liquidificador


Ingredientes:

MASSA

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

2 xícaras (chá) de leite vegetal (usei de soja)

½ xícara (chá) de óleo

2 colheres (sopa) de açúcar demerar

1 colher (café) de sal

1 colher (café) de vinagre de maçã ou de arroz

1 colher (sopa) de fermento em pó

RECHEIO

2 tomates sem sementes picados

½ cebola picada

3 colheres (sopa) de salsa picada

2 cenouras raladas

1 colher(café) de sal

100gr de tofu soft

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes do recheio e reserve (não vai ao fogo), no copo do liquidificador coloque primeiro os ingredientes líquidos e depois a farinha e o fermento bater muito bem, coloque parte dessa massa em uma forma untada e enfarinhada (usei forma quadrada média), em seguida coloque o recheio espalhando por toda massa  e cubra com o restante da massa, polvilhe orégano sobre toda a torta. Leve ao forno preaquecido até dourar + ou – uns 40 minutos vai depender do seu forno o meu e elétrico.

Uma dica sensacional para lanche,  se quiser pode substituir o recheio por verduras refogadas. Aqui em casa todos adoram essa torta, além de ser pratica e super deliciosa.

Pão Integral com Cenoura

Pão integral com cenoura


Ingredientes:

3 1/2 xícaras (chá) farinha de trigo integral

1 1/2 xícaras (chá) farinha de trigo branca

1 envelope de fermento biológico seco para pão

1/2 xícara (chá) de sementes de linhaça ou aveia grossa

1 xícara (chá) de cenoura crua ralada

1/2 xícara (chá) de óleo de girassol

1 colher (chá) de sal

2 colher (sopa) de açúcar mascavo

Aprox. 1 ½ xícaras (chá) de água morna.

Modo de preparo:

Em uma vasilha coloque os ingredientes secos, acrescente a cenoura, o óleo e 1 xícara (chá) de água morna e mexa com auxilio de uma colher.Acrescente mais água e comece a sovar até desprender completamente das mãos. Cubra com um pano ou tampa (a minha vasilha e de plástico e tem tampa) deixe descansar por 30 minutos até dobrar de tamanho. Depois sove por 5 minutos, abra com auxilio de um rolo (pau de macarrão) e enrole como rocambole (tomando o cuidado para que fique do tamanho da forma) coloque em forma untada e enfarinhada (usei a forma para pão de forma) para dobrar de volume assim que estiver próximo da borda da forma ligue o forno. Asse em temperatura de 200ºC por aproximadamente 30 minutos, depois baixe para150º C até dourar.


O resultado ficou excelente, um pão super saboroso além de nutritivo.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Uma Breve História do Pão


Uma breve história do pão


Os povos pré-históricos provavelmente iniciaram a produzir pão há cerca de 10.000 anos atrás. Inicialmente, na antiga Mesopotâmia, as pessoas utilizavam pedras para moer os grãos, misturando com água e então coziam a mistura sobre o fogo. Os arqueologistas encontraram pão nas ruínas de um vilarejo a beira de um lago da Suíça, onde habitavam pessoas cerca de 4.000 anos atrás. Uma cesta de pão que foi assada há 3.500 anos foi encontrada no local onde havia sido enterrada, em uma tumba em Tebas, no Egito.

Antes de o homem aprender a produzir fermento, eles guardavam um pouco da massa crua de cada batelada para misturar com a seguinte. Entre as bateladas, a massa azedava, ou fermentava, por ação de leveduras do ar. Quando misturadas com massa fresca, causava o crescimento de toda a massa. Massa fermentada ainda é utilizada hoje em dia para a produção do que é chamado pão de massa azeda.
Atribui-se aos antigos egípcios o descobrimento do processo de fermentação; eles usavam este princípio por volta do ano 2600 AC. Os egípcios foram provavelmente os primeiros a considerar a panificação como uma forma de arte. Alguns baixo-relevos encontrados em templos egípcios mostravam que eles já sabiam cultivar cereais desde 6000 AC. Os egípcios eram grande bebedores de cerveja e aplicaram seus conhecimentos sobre o processo de fermentação para a elaboração do pão. Os gregos chamavam os egípcios de "arthophagoi", ou "comedores de pães". O primeiro testemunho escrito vem de Heródoto que, em 450 AC, escreveu "todos estão temerosos de alimentos fermentados, mas os egípcios fazem uma massa de pão fermentada".

Os egípcios criaram também o primeiro forno e começaram a utilizar diversos tipos de cereais para fazer farinhas e pães.

Os gregos, que atribuíam a origem do pão aos deuses deram a ele um caráter sagrado. Nós devemos aos gregos a instituição das padarias como estabelecimentos comerciais públicos, e eles ensinaram isto aos romanos. A grande expansão do pão em Roma causou o nascimento da primeira associação oficial de panificadores. Seus membros gozavam de um status muito privilegiado. Eles eram livres de alguns deveres sociais e isentos de muitos impostos. A panificação tornou-se tão prestigiosa durante o Império Romano, que era considerada no mesmo nível que outras artes, como escultura, arquitetura ou literatura. Até politicamente, as classes dominantes usavam pão para satisfazer o povo e fazê-los esquecer os problemas econômicos oriundos da expansão do Império. As legiões romanas levaram o pão para a Península Ibérica, apesar de várias referências afirmarem que o processo de panificação já era conhecido por lá, especialmente sobre fermentação, pois eles usavam a espuma da cerveja como fermento, o que produzia um pão mais leve e esponjoso do que o dos romanos, que ainda usavam o resto de massa velha para a fermentação.

Os romanos melhoraram o processo de moagem, e como resultado disto foram os primeiros a produzir pão branco. Antes disto, somente fazia-se pães escuros, de grãos integrais. Por volta de 100 AC Roma possuía mais de 200 padarias comerciais. Uma escola para padeiros foi criada pelos romanos no século I.

A história do pão no Brasil

No Brasil, o pão começou a ser popular no século XIX, apesar de ser conhecido desde os colonizadores. Os pães feitos no Brasil eram escuros enquanto na França o pão era de miolo branco e casca dourada. O pão francês que tanto é usado no Brasil não tem muito a ver com os verdadeiros pães francês, pois a receita do pão francês no Brasil só surgiu no início do século XX e difere do pão europeu por conter um pouco de açúcar e gordura na massa.
Fonte: penta.ufrgs.br/~julio/pao/historic.htm

Biscoitinho de Amido de Milho


Biscoitinhos de amido de milho


Ingredientes:

1/2 kg de amido de milho

1 lata de leite condensado de soja Soymilke

1 colher (café) de vinagre de maçã

1 pacotinho de coco seco ralado (50g)

3 colheres (sopa) de margarina vegetal

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes até obter uma massa lisa, macia e que solte facilmente das mãos.

Para fazer as rosquinhas, faça cordõezinhos, enrole na ponta dos dedos e prenda as pontas dando uma leve achatada ou você pode abrir a massa com auxilio do rolo e usar o cortador de biscoitos. Coloque em assadeira untada e enfarinhada deixando espaço entre eles.

Asse por cerca de 15 minutos ou até que comece a dourar o fundo das rosquinhas.

Essa receita tenho há muito tempo o meu filho mais velho (Felipe-16 anos) adorava quando fazia para seu lanchinho da tarde, depois que cresceu parei de fazer.O outro filho mais novo (William) mexendo na gaveta da cozinha (típico da idade 5 anos) encontrou o meu cortado de biscoitos que usava para fazê-los, o Felipe fez a maior propagando dos biscoitinhos, e o William começou a pedia todos os dias. Até que numa dessas tardes chuvosas de São Paulo resolvi fazer para o lanchinho da tarde deles, foi só alegria para ambos, um porque há muito tempo não comia e o outro porque queria experimentar os famosos biscoitinhos.


Ficaram como sempre uma delicia.

Comfort food

O comfort food, nada mais é do que aquela comida caseira ou alimento que desperta sensações agradáveis e evoca o prazer e o bem-estar ligados à nossa história de vida. O alimento que me traz lembranças da infância é mingau de fubá com achocolatado polvilhado por cima, que minha mãe fazia (era uma delicia). Esses biscoitinhos para os meus filhos são como um comfort food.

Quem não se lembra do ratinho chef Rémy do filme Ratatouille, que obteve tanto sucesso no restaurante em que cozinhava. Com o lema “keep it simple”, ou simplicidade é tudo, o pequeno chef prepara um prato tradicional da cozinha francesa para conquistar um temido crítico de gastronomia. Quando o prato chega à mesa o crítico se depara com um simples Ratatouille, refogado de legumes, apesar da resistência o prova, e então os sabores fazem o seu encanto e o sentimento de comfort food tomam conta do personagem.Essa cena do filme é muito emocionante, e mostra que cada um de nós temos um alimento ou um prato que nós remete a um periodo de aconchego,segurança e alegria.